13 de jun. de 2011

Inscrições para 11ª Expoepi começam em 10 de junho

Estão abertas as inscrições de trabalhos para a mostra competitiva da 11ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças – 11ª Expoepi. O prazo para a subscrição de trabalhos vai até o dia 20 de julho de 2011, pela internet. O Edital de convocação, com as regras da competição para este ano, critérios de seleção dos trabalhos e premiação para cada uma das áreas priorizadas, foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/06). O evento acontecerá entre os dias 1º a 3 de novembro, em Brasília-DF.

Serão contempladas duas modalidades de participação. A modalidade I trata das experiências bem-sucedidas realizadas pelos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde – SUS – que contribuíram para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde. A experiência vencedora em cada uma das nove áreas da Modalidade I receberá um prêmio no valor de R$30 mil, oferecido pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. A modalidade II (com apenas uma área específica) é uma inovação para este ano, por estar direcionada aos profissionais da Saúde que atuam no SUS e desenvolveram trabalhos técnico-científicos em nível de pós-graduação que contribuem para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde. Nesta modalidade, serão concedidos prêmios no valor de R$9 mil para tese de doutorado, R$6 mil para dissertação de mestrado e R$3 mil para monografia de especialização.

CRITÉRIOS

Os trabalhos serão selecionados segundo os critérios estabelecidos no Edital de convocação. A experiência ou trabalho técnico-científico inscrito que não demonstrar sua contribuição ao aprimoramento das ações de vigilância em saúde será considerado inelegível para a mostra competitiva.

Clique aqui para ler a íntegra do Edital

E para fazer a inscrição da sua experiência ou trabalho técnico-científico, acesse:

http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=6262

Atenção: as inscrições podem ser feitas até as 23h59min (horário de Brasilia-DF) do dia 20 de julho de 2011.

Fonte: SVS Informa

2 de jun. de 2011

Prevenção ao assédio moral é debatida durante seminário promovido pelo Cerest






















Com o objetivo de conscientizar e prevenir a prática de assédio moral no trabalho, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) – órgão ligado à Secretaria de Saúde do Cabo de Santo Agostinho - realizou nesta quarta-feira (1º/06), no Serviço Nacional Social de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), o 1º Seminário em Prevenção ao Assédio Moral. O evento contou com as presenças de representantes de Conselhos Municipais, estudantes e funcionários públicos e de empresas privadas. Em sua abertura houve uma apresentação teatral com Catilinda e Mateus.As palestrantes foram as doutoras Joseline Carneiro Leão (Auditora Fiscal e Engenheira de Segurança no Trabalho) e Tereza Nunes (Psicóloga e Mestra em Planejamento e Gestão Organizacional pela Universidade Autônoma de Madri, Espanha). De acordo com Joseline Carneiro, o assédio moral tem uma estreita ligação com a humilhação. Segundo ela, geralmente pessoas que tem crença religiosa e orientação sexual diferente são os que mais sofrem com o assédio moral.De acordo com a coordenadora Técnica e Enfermeira do Trabalho, Iraneide Santos, “o primeiro contato com essas pessoas são para sensibilizar. Trouxemos pessoas chaves que já sofreram com este problema. O silêncio aumenta a impunidade e se conseguirmos criminalizar estas ações já teremos alcançado a nossa meta”, afirmou.CEREST - É um Centro que tem por função orientar toda rede de saúde, bem como outras instituições nas ações de promoção, prevenção, vigilância, diagnóstico, tratamento e reabilitação em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais. O centro atende na Rua Amaro P. Cavalcanti, 118, Centro. Outras informações pelo fone: 3521-6711.































Texto: Giorgio Bruno – Estagiário da Secom/Cabo de Santo Agostinho





















Fotos: Ivan Melo




















2 de mai. de 2011

28 de abril - Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes

Em 2003, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) adotou o 28 de abril como o dia oficial da segurança e saúde nos locais de trabalho. O movimento começou no Canadá e espalhou-se por diversos países, organizado por sindicatos, federações, confederações locais e internacionais, entre elas a Confederação Internacional das Organizações Sindicais Livres (CIOLS) e o Conselho Sindical da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (TUAC/OCDE).

A data lembra o outro lado do trabalho: o lado que acidenta, incapacita e mata. O Dia 28 de abril é comemorado internacionalmente como um dia de mobilização em defesa da saúde e da vida dos trabalhadores/as, na maioria da vida expostos a risco de forma criminosa e irresponsável pelas empresas, sempre em busca do lucro fácil e maior.

A OIT estima que 6.000 trabalhadores morrem a cada dia no mundo devido a acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, número que está aumentando. Além disso, a cada ano ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho não fatais (que resultam em um mínimo de três dias de falta ao trabalho) e 160 milhões de casos novos de doenças profissionais ocasionando um custo equivalente a quatro por cento do PIB global.

Nesse dia, a cada ano as entidades dos movimentos sociais, as instituições públicas e governamentais e todos aqueles que vivenciam esta realidade no mundo se unem para, em memória das vítimas de doenças e acidentes de trabalho, propor à sociedade uma reflexão e mobilização permanentes contra essa grave situação.

Acompanhando o movimento internacional, há sete anos em Pernambuco se constituiu o Movimento 28 de Abril, que é composto por entidades sindicais, governamentais e não governamentais ligadas à saúde do trabalhador (Gerência Atenção à Saúde do Trabalhador - GEAST, a Comissão Interinstitucional de Saúde do Trabalhador - CIST, Previdência Social,, CERESTs Regionais de Pernambuco, Fundacentro, Ministério do Trabalho e Emprego - MTE e o Movimento Sindical: CUT Pernambuco, Sindicato dos Bancários/PE, SIMEPE, Sindsprev/PE entre outros).

Desde então este movimento realiza todo ano, diversas ações de mobilização em memória às vitimas de acidentes de trabalho no intuito de diminuir o número de acidentes de trabalho que é registrado no estado através de estratégias de comunicação, educação, prevenção e promoção à saúde, colaborando assim, com a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras pernambucanos.

Este ano foi realizado um ato público pela manhã no metrô e uma audiência pública a tarde na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego emPernambuco (SRTE/PE), ambas atividades sob o tema "Os Desafios do Complexo Industrial e Portuário de Suape frente à Saúde do Trabalhador no Contexto do PAC".

No metrô, foram distribuídos panfletos com o intuito de alertar a população sobre os impactos na saúde e no ambiente decoorentes da nova configuração industrial no território de Suape. Na audiência, após a abertura dos trabalhos, tiveram palestras de representantes da Secretaria de saúde, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães/Fiocruz, Centro Regional de Saúde do Trabalhador de Goiana, e do Núcleo de Segurança e Saúde do Trabalhador da SRTE/PE, que foram seguidas de debate entre os ouvintes que lotaram o auditório.

8 de mar. de 2011

Mulher e Trabalho

Nos últimos anos a inserção das mulheres no mercado de trabalho foi uma importante conquista de cidadania plena para as mulheres. A autonomia econômica é fundamental para a emancipação feminina. O crescimento da participação feminina é explicado por uma combinação de fatores econômicos e culturais.
O avanço da industrialização transformou a estrutura produtiva, a continuidade do processo de urbanização e a queda das taxas de fecundidade, proporcionando um aumento das possibilidades de mulheres encontrarem postos de trabalho na sociedade. A rebelião feminina do final dos anos 60 chegou ao Brasil e fez ressurgir o movimento feminista nacional fazendo crescer a visibilidade política das mulheres na sociedade brasileira.
Mesmo as mulheres sendo maioria na nossa população e representar significativo crescimento no mercado de trabalho, existem uma série de obstáculos que precisam ser superados, tais como as diferenças salariais entre homens e mulheres, o pouco acesso a cargos de chefia e a dupla jornada de trabalho. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que é efetivada no mercado.
Hoje se observa a possibilidade concreta de uma nova ordem que inclui a relação complementar entre os sexos, a possibilidade de um núcleo familiar democrático e outros componentes de formação da sociedade que possam garantir a efetivação de uma sociedade socialmente justa. Vários são os caminhos construídos pela recente história cultural de nossa sociedade e pela produção teórico-conceitual que explicitam a existência das diferenças, a injustiça das desigualdades sociais, econômicas, políticas, raciais e de gênero, e que apontam possibilidades de mudanças concretas para uma vida melhor para todos e todas.
As homenagens no dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher – devem ir além do caráter festivo e comercial que foi adquirido nos últimos anos. É um dia para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas também de luta contra a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo até hoje.


Mariana Olívia

28 de fev. de 2011

28 – dia internacional de prevenção a LER/DORT

A incorporação de novas tecnologias e de métodos gerenciais nos processos de trabalho modificam o perfil de saúde, adoecimento e sofrimento dos trabalhadores. Essas mudanças se expressam no aumento da prevalência de algumas doenças relacionadas ao trabalho.

As Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho - LER/DORT são características de sociedades industrializadas, que submetem os trabalhadores a condições e ambientes inadequados de trabalho.

Por muito tempo essa doença do trabalho estava exclusivamente relacionada aos movimentos repetitivos, porém, sabe-se hoje que também pode ser desencadeada pela permanência de segmentos do corpo em determinadas posições num período de tempo. Os portadores se deparam com várias dificuldades no seu dia-a-dia como: dor, limitações físicas, desconfiança por parte dos empregadores, diminuição de sua capacidade laboral, incompreensão familiar; tornando-se essencial o entendimento do processo global saúde-doença.

Segundo o Ministério da Saúde (2001), os acidentes e as doenças relacionadas ao trabalho, como LER/DORT, têm um grande impacto não apenas na vida do trabalhador, mas também para a sociedade como um todo.

O maior desafio da prática em Saúde do Trabalhador é superar a atuação fragmentada e direcionada para a assistência, buscando a construção de ações de prevenção e promoção da saúde no intuito de garantir ambientes de trabalho mais saudáveis e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.

Entender a diversidade de saberes que permeiam a prática institucional é necessário para que se construa um novo pensar e um novo agir em Saúde do Trabalhador.

É importante aproveitar esse 28 de fevereiro (dia internacional de prevenção a LER/DORT) como um dia de dicusssão e fortalecimento das ações frente a esse problema tão comum na atualidade.

Autoras: Ana Carla , Izabel Gaião e Rose Silva - equipe CEREST Estadual

15 de fev. de 2011

Audiência Pública sobre as condições de trabalho dos Agentes de Saúde Ambiental no controle da dengue

Ontem foi realizada uma audiência pública comandada pela Procuradoria Regional do Trabalho da 6ª Região (PRT) no auditório da Secretaria Estadual de Saúde sobre as condições de uso do produto químico (diflubenzuron/temefós) pelos trabalhadores de saúde no combate ao vetor da dengue em Pernambuco.

O procurador Fábio André de Farias havia anteriormente solicitado à Gerência de Atenção à Saúde do Trabalhador – GAST e Centros de Referência Regional e Estadual – CEREST um levantamento sobre como tem sido o manuseio e aplicação do produto pelos Agentes de Saúde Ambiental dos municípios de abrangência do estado.

Após a coleta de dados realizada em 69 municípios de abrangência dos CERESTs Regionais foi elaborado um relatório por uma equipe de sistematização e apresentado na audiência.

Segundo o relatório, trabalhadores podem expor-se durante e após o uso recomendado do produto, com riscos à saúde. A exposição ao diflubenzuron e temefós provoca uma série de efeitos tóxicos sobre a saúde humana, em especial a dos trabalhadores como os Agentes de Saúde Ambiental, que estão continuamente expostos ao produto. Dentre os possíveis problemas destacam-se anemia hemolítica, alterações histopatológicas no baço e fígado irritação da pele e olhos entre outros. Mas vale ressaltar que são problemas diretamente dependentes do tempo de exposição e manuseio incorreto do produto.

Foi identificado na avaliação que atualmente os municípios utilizam três produtos diferentes: temefós, alfacipermetrina e diflubenzuron, sendo que os dois primeiros são mais utilizados. O dilubenzuron só é utilizado em apenas três municípios.

O estudo procurou saber se os municípios disponibilizam e orientam os agentes a utilizarem o Equipamento de Proteção Individual (EPI) e constatou-se que nem todos utilizam material adequado, porém todos os agentes que preparam a mistura dos produtos utilizam algum tipo de proteção. Os municípios informaram ainda que realizam treinamento de seus agentes para a manipulação adequada dos produtos químicos.

Segundo Andréa Lagreca, gerente estadual de saúde do trabalhador de Pernambuco é importante fazer um monitoramento contínuo da saúde desses trabalhadores em todos municípios do estado através de exames periódicos e destaca a utilização dos EPI: “é importante garantir o EPI para todos agentes de saúde bem como verificar a qualidade e o conforto deles. Caso seja necessário, é preciso aumentar a oferta, mas esse número só saberemos após a finalização de todo o processo para então darmos encaminhamento às recomendações da Procuradoria Regional do Trabalho ”

A audiência que contou com a participação de Carlos Vaz - coordenador da Política Nacional de Saúde do Trabalhador; Paulo César - Área técnica de controle da Dengue, ambos do ministério da Saúde, Lia Giraldo do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz, Lindinere Ferreira da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador, representantes de entidades sindicais, CERESTs e Vigilância Estadual, foi encerrada as 12:30 e teve como encaminhamento uma nova agenda para discussão e definição das ações a serem executadas pela rede estadual de saúde do trabalhador de Pernambuco.

11 de jan. de 2011

11 de janeiro - dia do controle da poluição por agrotóxico


Os agrotóxicos são defensivos agrícolas utilizados para proteger as plantações de agentes biológicos (pragas, ervas daninhas, fungos) e assim, aumentar a produção. Porém, devido a sua alta toxicidade eles geram sérios problemas à saúde da população e principalmente dos trabalhadores envolvidos nos processos produtivos agrícolas.

Esses defensivos não podem ser vistos apenas como um conjunto de substâncias químicas que podem causar riscos químicos à saúde. Eles precisam ser entendidos no contexto em que são utilizados, que envolve o processo de modernização agrícola conservadora em curso no Brasil, que tem a ver com a reestruturação produtiva no campo e a divisão internacional da produção e do trabalho. Esse contexto mais geral precisa ser considerado, assim como o entendimento do agronegócio não apenas em sua dimensão de latifúndios e monoculturas, mas também como um subsistema técnico e político que envolve o capital financeiro, a indústria química, a indústria de biotecnologia, sementes, fertilizantes, tratores, enfim, toda a indústria metal-mecânica. Segundo a Food and Agriculture Organization of the United Nations – FAO, o Brasil é o quarto maior consumidor individual de agrotóxicos no mundo.

Muitos trabalhadores têm desenvolvido graves doenças que em muitas vezes os tem afastado de suas atividades laborais temporária ou permanentemente. Tais fatos ocorrem pela ausência de mecanismos adequados de proteção que visem à fiscalização na comercialização dos agrotóxicos, capacitação dos trabalhadores no manejo consciente e seguro dos produtos e o diagnóstico precoce dos agravos aos trabalhadores que têm contato com os mesmos. Os pequenos produtores são colocados na condição de parceiros do agronegócio, o que na verdade é uma forma de terceirização. Além desses trabalhadores, são atingidos também os moradores dessas regiões e por fim os consumidores de alimentos.

Além dos problemas relacionados à saúde, os agrotóxicos têm provocado também sérios danos ao ambiente, o que tem se transformado em problemas para as regiões onde são aplicados, contaminando o ar, o solo e as águas de mananciais de rios e lagos.

Hoje, 11 de janeiro, foi escolhido como o dia do controle da poluição por agrotóxico. Dia simbólico que serve para comunicar e alertar a sociedade sobre os danos que ele causa e propor ações efetivas e políticas públicas que garantam a melhoria da qualidade de vida das pessoas. A questão do agrotóxico requer um diagnóstico sistêmico no contexto socioambiental, para se chegar às raízes dos problemas e encontrar os caminhos para seu enfrentamento. Em Pernambuco - um dos estados líderes no uso do agrotóxico - tem a atuação do Fórum Pernambuco de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos na Saúde do Trabalhador, no Meio Ambiente e na Sociedade, que está sempre lutando para a diminuição do uso dessa substância no Estado.

29 de dez. de 2010

Feliz 2011

Receita de ano novo - Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Toda a equipe da GEAST e CEREST Estadual deseja um 2011 com mais saúde, alegria e amor!!!

2 de dez. de 2010

Começou ontem o Seminário Pernambucano sobre Saúde Mental e Trabalho







Ontem, 01 de dezembro, foi a abertura do Seminário Pernambucano sobre Saúde Mental e Trabalho no auditório do Sindsprev. Com o auditório lotado de atores sociais de diversas categorias, instituições e estados do nordeste, a sessão de abertura contou com a formação de uma mesa com representações das insituições promotoras e logo em seguida foi executado a apresentação do hino nacional através de imagens representativas de diversos processos de trabalho.






Após a abertura e os boas vindas das mesa, Ana Maria Magnólia, doutora em psicologia, apresentou a palestra: violência no trabalho - uma forma de banalizar e perpetuar as desigualdades sociais. Ao encerramento da palestra foi servido um coquetel encerrando o primeiro dia de seminário que ainda continua hoje e amanhã.






Resgate: O seminário foi uma iniciativa do Movimento 28 de abril e foi construído coletivamente com todas as instituições promotoras durante cinco meses, fruto do sucesso da organização do evento, que está sendo muito elogiado pelos participantes.



1 de dez. de 2010

Rede Estadual de Saúde do Trabalhador promove Seminário sobre Saúde Mental e Trabalho

O conceito de saúde mental deve envolver o homem no seu todo biopsicossocial, o contexto social em que está inserido assim como a fase de desenvolvimento em que se encontra.
O trabalho, enquanto fonte de sustento e realização pessoal é propulsor de saúde do trabalhador, entretanto, a falta dele, a insatisfação e a execução de atividades laborais alienantes poderão gerar ou desencadear no trabalhador um processo de adoecimento físico e/ou mental.
É preciso que o trabalhador abra brechas no seu dia a dia nas quais possa compartilhar angústias, aliviar as tensões, ampliar as relações afetivas e convivência e dar espaços para sensações.
Com o intuito de fomentar ações intersetoriais das políticas públicas, tendo em vista a atenção à saúde do trabalhador com foco na promoção, prevenção, tratamento, reabilitação e readaptação no campo da saúde mental, o Movimento 28 de abril em parceria com diversas instituições (Gerência Estadual de Atenção à Saúde do Trabalhador – GEAST/SES, CERESTs Regionais de Pernambuco, Fundacentro-Ministério do Trabalho e Emprego, CUT Pernambuco, Fundação Joaquim Nabuco, CERESTs Regionais/PE, Sindicato dos Bancários/PE, SIMEPE e Sindsprev/PE) estarão promovendo, a partir de hoje e até sexta, o Seminário Pernambucano sobre Saúde Mental e Trabalho.
O Seminário é dirigido para pesquisadores e estudiosos do campo da saúde mental e trabalho, profissionais que atuam na área de gestão de pessoas, de segurança e saúde no trabalho, dirigentes sindicais, membros do controle social e de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e demais interessados pela temática.
Dentre os temas que serão discutidos estão questões relativas à violência no trabalho, assédio moral, precarização do trabalho e políticas públicas.
A inscrição é um quilo de alimento não perecível e ainda pode ser feita através do email: eventos@fundacentro-pe.gov.br.


Serviço:

Seminário Pernambucano sobre Saúde Mental e Trabalho
Data: 1, 2 e 3 de dezembro de 2010
Local: Auditório do Sindsprev – Rua Marques Amorim, 174, Ilha do Leite – Recife – PE
Inscrições: eventos@fundacentro-pe.gov.br e no local
Para confirmar a inscrição é preciso levar um kilo de alimento não perecível